Pode parecer chover no molhado, mas como já dizia Sun Tzu em sua célebre obra “A Arte da Guerra”, escrita por volta do século IV A.C: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas…” Análise competitiva constante significa conhecer seus concorrentes de mercado e freqüentemente avaliar como estão se posicionando e que caminhos estratégicos estão trilhando.

Isso não quer dizer que devemos nos moldar aos concorrentes. Devemos sim ter estratégias particulares que vão de encontro aos objetivos da empresa, dos desejos e necessidades de nosso público-alvo. Devemos ter uma proposta de valor única que nos diferencie no mercado e nos torne referência para nossos clientes.

Mas por que fazer uma análise competitiva constante?

Para termos ciência dos movimentos estratégicos de concorrentes e antecipar atuações e posicionamentos de nossos propósitos de valor que pode ser um reforço sobre lembrança de marca, fortalecimento de atuação em praças distintas, alinhamento de preços e estoques, etc;

Para avaliarmos tendências que podem estar sendo desenhadas pela concorrência e por produtos substitutos;

Para fortalecer o processo de análise interno das empresas e favorecer o trânsito de informações entre todas as esferas da companhia. Isso cria uma inteligência de mercado que eleva o nível de maturidade digital das Companhias e resulta diretamente no avanço de resultados de negócios.

Para mim, este último item é o grande segredo de valor que as Empresas descobrem quando realizam uma análise competitiva constante: amadurecem e se fortalecem nas integrações entre áreas. Começam a trabalhar junto em pról de resultados e diferenciação constante no mercado. São todos os elos da Empresa trabalhando em um só objetivo, ser único para seus clientes.